(Português) O Projeto Integração Ensino-Serviço mostra os riscos de diagnósticos errados relativos a dores orofaciais

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Às 8 da manhã, desta quinta-feira, dia 23 de agosto de 2018, iniciou-se mais uma palestra do Projeto de Integração Ensino-Serviço, organizado pelo Prof. Dr. Marcelo José Strazzeri Bönecker. O eventou contou com palestras da professora Profa. Dra. Andréa Lusvarghi Witzel, e a especialista Dra. Adriana Lira Ortega sobre o grande tema dor orofacial. Os profissionais do SUS, momentâneamente alunos no Auditório Myaki Issáo, além da atualização profissional, ganharam um kit de materiais de higiene bucal para usarem em suas unidades de saúde

Para mais, cada um dos presentes pareceu bastante interessado, uma vez que segundo a Professora Andréa, dores orofaciais é um assunto deixado de lado em grande parte das grades dos cursos de odontologia. Acontecem, portanto, muitos diagnósticos equivocados, quando o paciente sofre de DTM (Disfunção da Articulação Temporomandibular), bruxismo e outros males que podem levar à dores, principalmente, musculares no rosto. Em vista disso, é fundamental para os cirurgiões-dentistas da rede pública saberem interpretar corretamente sinais desses casos, dado que o tratamento, normalmente composto de autoavaliação seguida de mudanças comportamentais, fisioterapia, aplicações térmicas é bastante acessível, completa a docente.

Em sua exposição, ela destrinchou o diagnóstico de dores em pacientes com diferentes casos, de maneira a elucidar as razões pelas quais o indivíduo pode sofrer essas respostas corporais. O profissional da saúde pode encontrar complicações nesta parte, visto que as possibilidades de causas para as algias são muitas (enxaqueca, pupite, DTM, dor cervical, carcinomas, sinusite, otalgia, neuralgia, etc). Assim sendo, o objetivo foi expor como esses sinais nervosos podem ser irradiados pela face, de forma a garantir o melhor exame clínico possível, tanto na anamnese, conversa com o paciente na qual entende-se o problema que o levou a procurar ajuda, e a análise física.

Já bem informados das enfermidades e protocolos a se seguir para conseguir o diagnóstico padrão ouro, a Dra. Adriana Lira Ortega pegou o microfone, com o intuito de discorrer sobre casos de dor orofacial em crianças. A pesquisadora começou comentando sobre o perfil mais preventivo da odontopediatria, e relatou, pois, a necessidade de se entender as causas que levam a esse quadro de disfunção temporomandibular tão prematuramente. Com as justificativas apontadas, partiu-se para o contexto cognitivo e social do infantil, e depois para as soluções cotidianas, que evitarão que este paciente torne-se um adulto com grandes problemas, até mesmo psicológicos, em razão desse transtorno.

Ao final da palestra, o Professor Doutor Marcelo Bönecker agradeceu o comparecimento de todos, e ressaltou a importância do conteúdo ministrado. Cada um dos participantes recebeu um certificado do aprendizado conquistado aqui na faculdade, e para além, uma série de produtos, muito úteis nos atendimentos futuros, em UPAs da grande São Paulo.

Para acesso ao material das aulas ministradas, clique aqui.

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