(Português) Estrutura de Saúde do SUS, Papel da Ciência e Telessaúde diante da pandemia

Sorry, this entry is only available in Brazilian Portuguese. For the sake of viewer convenience, the content is shown below in the alternative language. You may click the link to switch the active language.

No dia 20 de maio, foi reunido um grupo de especialistas para discutir a “Estrutura de Saúde do SUS, Papel e Telessaúde diante da pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) no Brasil”, com o intuito de falar sobre todas essas questões, que são de extrema importância, e que permeiam nosso cenário atual. Para isso, foram selecionados nomes de respeito, como: a Profa. Dra. Ana Estela Haddad, docente do Departamento de Ortodontia e Odontopediatria da FOUSP e ex Diretora de Gestão da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Dr.José Gomes Temporão — médico sanitarista, pesquisador da FIOCRUZ e ex-ministro da Saúde e  o Dr. Mauro Schechter, médico infectologista e professor-titular de infectologia da UFRJ. Já a moderação do encontro ficou à cargo do neurologista e professor da UFRJ, Dr. Charles André, que também é membro titular da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e da Academia Brasileira de Medicina de Reabilitação (ABMR). Além da presença da atriz e escritora Maitê Proença comentando com dúvidas que estão também pairando na cabeça de muitos brasileiros.

Logo no início trataram de apresentar todo o tema, detalhando a questão do SUS, o surgimento da telessaúde como alternativa primeira numa pré-avaliação, e toda as medidas de segurança quanto ao uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), além da análise do isolamento social. Posteriormente, analisaram a situação de crise política enfrentada pelo sistema brasileiro, com uma democracia extremamente frágil, e um conflito enorme de informações que deixam o povo ainda mais confuso.

Focando na telessaúde como um todo, a Profa. Dra. Ana Estela  foi quem explicou todo o procedimento adequado, para evitar congestionamento no atendimento, e sanar as primeiras complicações médicas, quando possível, à distância. Ademais, ainda ressaltou a importância da confiança na pesquisa, nos dados e estatísticas, com fundamento epidemiológico para tomadas de atitudes, visando achatar a tão falada curva de contágio.

Ao final, os profissionais foram se revezando para responder dúvidas e questionamentos de quem acompanhou toda a aula. Esse debate enriquecedor, se faz tão necessário nos tempos atuais das fake news e pós-verdade. Com muitas dessas informações mentirosas, ou no mínimo conflituosas, são também vindas do próprio presidente da república do Brasil.

Skip to content