(Português) Observatório Iberoamericano de Políticas em Saúde Bucal promoveu uma live para discutir o “Aspectos de Biossegurança para Odontologia no Sistema Único de Saúde”

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Na última segunda-feira, 25 de maio, o Observatório Iberoamericano de Políticas em Saúde Bucal promoveu uma live para discutir o “Aspectos de Biossegurança para Odontologia no Sistema Único de Saúde”. O encontro contou com a presença da Julia Mendes, mestranda em Odontologia Forense e Saúde Coletiva da FOUSP ; Beatriz Nunes, cirurgiã-dentista da Atenção Primária à Saúde (APS) e aluna do Mestrado Profissional da FOUSP e das docentes Profa. Dra. Fernanda Campos de Almeida Carrer, do Departamento de Odontologia Social e Profa. Dra. Mary Caroline Skelton Macedo, do Departamento de Dentística. Além do comando da Mariana Gabriel — também Profa. Dra da FOUSP — organizando e coordenando durante toda a live.

Após apresentações de cada uma das convidadas, elas abordaram suas perspectivas em relação ao aspecto de biossegurança para a odontologia no SUS. Beatriz Nunes contou um pouco do processo de alteração nas normas padrões de segurança, desde o início da pandemia no qual ainda ocorriam atendimentos eletivos, até o presente momento com atendimento apenas para casos emergenciais. Nesse novo protocolo, ela contou o controle e diminuição no número de profissionais e pacientes, com um período bem mais espaçado entre um atendimento e outro, passando previamente por uma espécie de triagem — com uma análise da saúde. Também houve treinamento para capacitar os profissionais a acompanhar os pacientes que estão com um quadro de complicações respiratórias, primeiramente por um telemonitoramento, e quando necessário de maneira presencial, conta Beatriz.

Após a análise sobre o protocolo, com destaque para o treinamento dos profissionais, e também capacidade de cada gestor em cada uma das unidades, as palestrantes iniciaram um debate sobre essas ações. Discutiram o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e sua disponibilidade no mercado, as filas de espera e possíveis aglomerações, qual atendimento é considerado urgência, o caso de dispositivos de alta rotação — gera resíduo aerosol com potencial viral enorme —, além de adequar toda a discussão as diversas realidades de cada ambiente odontológico.

Outro ponto abordado foi os esforços de toda a classe de pesquisadores e agentes de saúde. O primeiro no estudo de saídas e alternativas para a biossegurança, com análise da literatura já existente e produzindo novas pesquisas na área. O segundo, com atendimento exaustivo na linha de frente, para atender todas necessidades emergenciais da população.

Ficou interessado no assunto? Confira toda a discussão, com destaque para o relato da cirurgiã-dentista, da Atenção Primária à Saúde, Beatriz Nunes: https://www.youtube.com/watch?v=CDo3JPuVChI

Vale também dar uma olhada na aula da Profa. Dra. Mary Caroline Skelton Macedo, que focou nas dúvidas dos internautas: https://www.youtube.com/watch?v=dw9YTtAXnP0

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