(Português) Prosa Pedagógica: a tutoria nos cursos presenciais e não presenciais

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No final da tarde de quarta-feira, 23 de setembro, o Observatório Ibero-americano de Políticas Públicas em Saúde Bucal organizou um bate-papo com o Prof. Dr. Celso Zilbovicius, do Departamento de Odontologia Social, para debater sobre “A tutoria nos cursos semipresenciais e não presenciais”.

O convidado demonstrou sua visão de como a educação e um meio transformador que tem envolvimento de corpo e alma, com o tutor com o papel fundamental de agente pedagógico. Afinal, os sistemas educacionais clássicos se esgotaram, chegando na saturação, obrigatoriamente passando por um processo de mudança. Este cenário de modificação se pauta em três fatores principais: autonomia, confiança e descentralização.

Posto isto, com o novo contexto de educação, com abandono de abordagens educacionais mais tradicionais, o conhecimento não está mais todo centralizado na figura do professor, detentor do controle da educação. Deste modo, a figura do tutor veio para somar, auxiliar, sendo um mediador entre o processo clássico pedagógico conteudista e o aluno, facilitando na comunicação. Com uma extrema dificuldade na troca entre professor e aluno, por canto da característica ditatorial na qual o mestre que está à frente da sala é quem fala, mas não ouve.

Focando em como o tutor pode auxiliar na mediação, o docente destacou três competências da tutoria. A primeira está no “ser”, tendo um papel de guia, motivado para o cargo, com disponibilidade para estabelecer relações interpessoais, com interesse em dialogar com seu grupo. A segunda no “saber”, obrigatoriamente com conhecimentos prévios e formação do trabalho da tutoria, cerceando finalidades, objetivos, tarefas, dimensões e monitorização, sabendo preceitos básicos do curso em termos de currículo e meio profissional da área de atuação. Já o terceira, é última, competência está relacionada a flexibilidade, perseverança e paciência, valores necessários na docência e tutoria.

Por isso, segundo o Dr. Celso Zilbovicius, é fundamental que o tutor saiba escutar e se comunicar de maneira exímia, sabendo identificar necessidades e suas respectivas demandas, mantendo a coerência para gerir conflitos. Estas complicações fazem parte do processo educativo, afinal, o ato de adquirir conhecimento é desconfortável. demandando esforço. De modo, que o tutor deve dar retorno, feedback, para os alunos, mas de maneira sensível, sabendo a forma para cada indivíduo, e também tendo tato perante o momento mais oportuno e adequado para correção do aprendizado. 

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