(Português) USP participa de rede internacional para financiamento de pesquisas na área da saúde

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Publicado no Jornal da USP

A rede foi batizada de Leap Health Breakthrough Network e reúne universidades comprometidas em resolver os desafios da área de saúde em velocidade recorde

 

USP faz parte de rede global dedicada a avanços acelerados em saúde humana criada pela Wellcome Leap – Foto: Reprodução/W Leap

 

A USP foi uma única universidade da América Latina a fazer parte de uma rede de 21 instituições acadêmicas que têm como objetivo fomentar o financiamento de pesquisas na área de saúde.

A iniciativa é coordenada pela Wellcome Leap, uma organização sem fins lucrativos, com sede nos Estados Unidos, que financia projetos para acelerar inovações que beneficiem a saúde global.

A rede foi batizada de Leap Health Breakthrough Network e reúne universidades de classe mundial comprometidas em resolver os desafios da área de saúde em velocidade recorde. “A ideia foi inspirada na questão da covid-19, na rapidez que se chegou às vacinas e nos desafios de saúde que vão aparecer daqui para a frente. A ideia é fazer um aglomerado de pesquisadores de altíssimo nível para atacarem problemas que são desafiadores no mundo”, destaca o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto.

Canuto explica que a rede dispõe de um orçamento inicial de 300 milhões de dólares e que serão feitas chamadas para o financiamento das pesquisas. “Somente as universidades associadas poderão submeter seus projetos. Grupos de instituições diferentes poderão se organizar, de forma associada, para desenvolver as pesquisas em conjunto”, afirma.

Um dos diferenciais da rede é o Acordo de Financiamento de Pesquisa Acadêmica (Marfa, na sigla em inglês), que trata de forma equitativa e desburocratizada todos os termos e condições, incluindo propriedade e publicação, reduzindo o tempo para que os recursos sejam liberados.

Fazem parte do grupo a Agência para a Ciência, Tecnologia e Pesquisa; Instituto de Tecnologia da Califórnia; Universidade Carnegie Mellon; Instituto Francis Crick; Escola Harvard John A. Paulson de Engenharia e Ciências Aplicadas; Instituto de Tecnologia de Massachusetts; Universidade Nacional de Singapura; Universidade de Auckland; Universidade da Califórnia, Los Angeles; Universidade da Califórnia em San Diego; Universidade da Cidade do Cabo; Universidade de Dundee; Universidade de Pittsburgh; Universidade do Sul da Califórnia; Universidade de Uppsala; Universidade Vanderbilt; Virginia Tech; Instituto Wellcome Sanger; Centro Wyss de Bio e Neuroengenharia; e Instituto Wyss para Engenharia Bioinspirada da Universidade de Harvard.

“A participação da USP nessa rede internacional é muito importante por dois motivos principais. Em primeiro lugar, pela possibilidade de podermos submeter os projetos e obtermos recursos para nossos pesquisadores e, em segundo, por estarmos juntos com mais 20 instituições de altíssimo nível internacional, com as quais poderemos fazer pesquisa em comum. É um modelo inovador de financiamento”, conclui Canuto.

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