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Este protocolo deve ser preenchido para todo procedimento experimental utilizando animais vertebrados de qualquer espécie e para qualquer fim (pesquisa ou ensino, mesmo que seja para simples coleta de material). Os usuários (pesquisadores, orientadores ou orientados) devem então encaminhá-lo via Secretaria de seu Departamento à Comissão de Ética em Experimentação Animal da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (CEUA/FOUSP).

Informações úteis para o correto preenchimento do protocolo:

 1) Todos os claros existentes no protocolo devem ser preenchidos (digitados no computador). Os espaços pontilhados apenas indicam os campos a serem preenchidos, utilize quanto espaço for necessário para responder cada item.

 2) O responsável pelo protocolo deve ser o primeiro autor do projeto ou coordenador do mesmo. Não se esquecer de preencher os dados dos colaboradores, especificando o laboratório onde será desenvolvido o projeto. Se o procedimento for vinculado a uma tese ou dissertação, o nome do orientador deve constar no protocolo. O protocolo não pode ser rasurado.

 3) Nenhum procedimento utilizando animais silvestres poderá ser aprovado sem a apresentação da autorização fornecida pelo IBAMA.

 4) Não é necessário anexar a cópia do projeto, lembramos que é o procedimento no animal que está sendo analisado e, portanto, o protocolo corretamente preenchido fornece as informações suficientes para esta análise.

 5) Em caso de falta de informações, dúvida ou uso indevido de algum dos parâmetros experimentais, a Comissão de Ética devolverá o protocolo ao responsável solicitando esclarecimentos.

 6) Dúvidas sobre procedimentos experimentais adequados podem ser esclarecidas por meio de bibliografia especializada.

 7) Caso seu procedimento experimental impeça o animal de se alimentar ou movimentar, cause dor ou stress (tumores invasivos, fraturas, enxertos ósseos, jejum, imobilizações, etc...), detalhe também todos os procedimentos utilizados para monitorar o sofrimento do animal e minimiza-lo (analgésicos, antiinflamatórios, disponibilidade de alimento, água, etc...). Ainda, para agilizar a análise de seu protocolo, justifique nos campos apropriados por que utiliza esta metodologia e anexe bibliografia pertinente que claramente mostre que o procedimento é adequado.

 

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Este protocolo deve ser preenchido para todo procedimento experimental utilizando animais vertebrados de qualquer espécie e para qualquer fim (pesquisa ou ensino, mesmo que seja para simples coleta de material). Os usuários (pesquisadores, orientadores ou orientados) devem então encaminhá-lo via Secretaria de seu Departamento à Comissão de Ética em Experimentação Animal da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (CEUA/FOUSP).

Informações úteis para o correto preenchimento do protocolo:

 1) Todos os claros existentes no protocolo devem ser preenchidos (digitados no computador). Os espaços pontilhados apenas indicam os campos a serem preenchidos, utilize quanto espaço for necessário para responder cada item.

 2) O responsável pelo protocolo deve ser o primeiro autor do projeto ou coordenador do mesmo. Não se esquecer de preencher os dados dos colaboradores, especificando o laboratório onde será desenvolvido o projeto. Se o procedimento for vinculado a uma tese ou dissertação, o nome do orientador deve constar no protocolo. O protocolo não pode ser rasurado.

 3) Nenhum procedimento utilizando animais silvestres poderá ser aprovado sem a apresentação da autorização fornecida pelo IBAMA.

 4) Não é necessário anexar a cópia do projeto, lembramos que é o procedimento no animal que está sendo analisado e, portanto, o protocolo corretamente preenchido fornece as informações suficientes para esta análise.

 5) Em caso de falta de informações, dúvida ou uso indevido de algum dos parâmetros experimentais, a Comissão de Ética devolverá o protocolo ao responsável solicitando esclarecimentos.

 6) Dúvidas sobre procedimentos experimentais adequados podem ser esclarecidas por meio de bibliografia especializada.

 7) Caso seu procedimento experimental impeça o animal de se alimentar ou movimentar, cause dor ou stress (tumores invasivos, fraturas, enxertos ósseos, jejum, imobilizações, etc…), detalhe também todos os procedimentos utilizados para monitorar o sofrimento do animal e minimiza-lo (analgésicos, antiinflamatórios, disponibilidade de alimento, água, etc…). Ainda, para agilizar a análise de seu protocolo, justifique nos campos apropriados por que utiliza esta metodologia e anexe bibliografia pertinente que claramente mostre que o procedimento é adequado.

 

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